Os meus “2 cents” acerca do iPad
O hype criado à volta do iPad foi sem dúvida gigantesco. Correram rumores, falou-se em muita coisa, e o tablet da Apple acabou por ser, finalmente, revelado.

Agora que foi anunciado, tenho a dizer que nem tudo é tão bom como o que se especulou:
- Má escolha de nome – A semelhança com «pad», termo usado nos EUA para designar pensos higiénicos, levou a hashtag #iTampon a trending topic no Twitter e originou brincadeiras como esta e esta.
- Falta de câmara – Tendo Wi-Fi e 3G (este último como opção), não percebo a razão para não ter sido incluída uma câmara frontal, para ser usada em vídeo-chamadas, através do Skype, por exemplo.
- Falta de receptor GPS – «Finding your way is a completely new experience on iPad.», dizem eles. Esqueceram-se foi que o Wi-Fi e o 3G não existem em todo o lado.
Mas tem os seus pontos positivos:
- Facilidade de utilização – Neste ponto a Apple não falhou e colocou no iPad todo o know-how que adquiriu com o iPhone e tornou-o num aparelho muito fácil de usar.
- Livraria online – O lançamento da loja e aplicação iBook fazem dele mais uma opção no que diz respeito a eBook readers.
- Aplicações – Todas as aplicações já existentes na AppStore, correm no iPad, sem ser necessário proceder a actualizações / alterações. Apesar disso, a Apple disponibilizou também um SDK que permite desenvolver aplicações especialmente direccionadas para o iPad.
- Preço – O preço é sem dúvida um dos pontos fortes do iPad. Vai desde $499 para a versão Wi-Fi com 16GB até $829 na versão Wi-Fi + 3G com 64GB.
Resumindo… acho que não passa de um iPod Touch de grandes dimensões. Provavelmente dará jeito a muita gente, mas não a mim!
E faltou o multimasting. Esse parece-me ser o principal ponto negativo.
Sim, faltou o multitasking. Mas creio que toda a gente já contava com esta lacuna. Principalmente por já se saber que o OS do iPad seria semelhante ao do iPhone / iPod Touch.